Dados alarmantes sobre o desmatamento no Brasil e no Mundo

A preservação ambiental é algo que interessa a todos, considerando o fato de que a destruição do meio ambiente pode prejudicar seriamente as sociedades, tanto as que estão vivendo atualmente quanto as que estão porvir — as novas gerações. O desmatamento insustentável, por exemplo, traz consequências severas para a localidade, como: erosão e empobrecimento do solo, enchentes, assoreamento dos rios, extinção de ecossistema e espécies.

Ainda assim, as organizações seguem desmatando as florestas e causando esses enormes problemas. A seguir, veja alguns dados alarmantes sobre o desmatamento no Brasil e no mundo, e observe o caminho que estamos seguindo!

O Brasil foi o país que mais perdeu floresta em 2018

De acordo com um estudo realizado pela Global Forest Watch, empresa que monitora florestas globais praticamente em tempo real, o Brasil foi o país que mais perdeu floresta em 2018 em todo o mundo, considerando não apenas o desmatamento na Amazônia, mas em todo território. A pesquisa apontou que a sociedade brasileira perdeu no ano passado, 1,3 milhão de hectares de florestas primárias — as que ainda não tinham sofrido a interferência humana.

Outro estudo, dessa vez realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, apontou que entre agosto de 2018 e março deste ano, 2019, a floresta Amazônica perdeu quase 2 mil quilômetros quadrados — números que revelam um aumento de 24% em relação à mesma época dos anos anteriores, 2017 e 2018.

Ressalte-se que, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esses dados já são conhecidos pela maioria das organizações que atuam desmatando insustentavelmente. Em 2010, o órgão divulgou indicadores sobre o desenvolvimento sustentável e apontou que apenas 12% da Mata Atlântica brasileira encontram-se preservadas — o maior bioma do mundo. Isso significa que de 1,8 milhão de km² de Mata Atlântica, agora só contamos com aproximadamente 149,7 km².

Desmatamento no mundo

Pelo que parece, o mundo não está indo na contramão da realidade brasileira. Muito pelo contrário. A Global Forest Watch, em pesquisa feita, apontou que perdemos aproximadamente 294 mil km² de cobertura vegetal em 2017, de florestas tropicais. Tal desmatamento, conforme a entidade, equivale à dimensão territorial da Itália. Os países que mais desmataram entre 2017 e 2018 foram: Brasil, Malásia, Indonésia, Madagascar, República Democrática do Congo, Colômbia, Peru, Camarões e Bolívia.

Como diminuir este impacto?

Os cientistas alertam para esses indicadores e orientam os países a adotarem práticas sustentáveis, como a plantação de mudas para recompor as perdas que o local sofreu e renovar o bioma. O problema é que isso raramente acontece. No entanto, é possível: a Indonésia, por exemplo, conseguiu reduzir em 40% o desmatamento de florestas primárias, em 2018.

A boa notícia é que hoje podemos contar com organizações que cuidam dessa tarefa e até mesmo traz bons retornos financeiros. A lógica de funcionamento é simples: planta-se a muda de Mogno, espera-se que ela cresça, dando ganhos ambientais à sociedade, e depois ela é comercializada, tudo de modo sustentável e pensando sempre nas gerações futuras. Isso porque consumindo a madeira da espécie exótica de mogno africano estimulamos a preservação das florestas nativas e reduzimos assim o desmatamento.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Abrir chat
💬 Precisa de ajuda?
Olá 👋
Podemos te ajudar?
Powered by