Por Que
investir em Florestas ?

Investir em florestas é algo que vai muito além dos aspectos financeiros. Apesar de investimento ser uma palavra muito atrelada ao mercado financeiro, seu significado é muito mais abrangente e engloba qualquer aspecto no qual você aplique algo agora para ter ganhos futuros. Pode ser, por exemplo, o tempo destinado ao estudo para ganhar um título futuro.

Quando se fala em investimentos florestais essa ideia fica ainda mais clara. Isso porque, além de se aplicar em algo que pode trazer bons retornos financeiros, retornos sociais e ambientais também são notórios.

Madeiras nobres, ou madeiras de lei (termo difundido no Brasil) são madeiras que possuem características tecnológicas, beleza e resistência ao ataque de insetos, cupins e fungos. Devido ao crescimento lento das espécies consideradas nobres, a madeira é mais dura (apresentam menor espaço entre as células) fato que lhes conferem também maior durabilidade. O mercado de madeiras deste gênero está sempre em alta devido principalmente a exploração inadequada feita no período pós Revolução Industrial, logo, há perspectivas de aumento da demanda e não há produto suficiente para atendê-la, razão pela qual alguns estudiosos falam em “apagão florestal”.

Nessa linha, o investimento florestal chama atenção não só em termos de lucratividade, mas também em relação a questões sociais e ambientais, tais como: distribuição de riquezas, alternativa a exploração inadequada e clandestina, prestação de serviços ecossistêmicos (como fornecimento de água de qualidade e créditos de carbono), redução do aquecimento global, propagação da educação financeira, entre outros. Ou seja, os investimentos florestais são uma materialização do desenvolvimento sustentável aliando ganho sócio ambiental e retorno financeiro.

Segundo informações extraídas da PEVS (Pesquisa de Extração Vegetal e Silvicultura), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), a extração anual de madeira no Brasil a partir de florestas naturais teve um decréscimo de 41%, ao passo que o de floresta plantada aumento em 53% (entre os anos de 2005 a 2014), conforme mostra o gráfico extraído da pesquisa, abaixo:

[Gráfico]

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Já, segundo informações do Painel de Exportações PFM – 2015, a quantidade exportada de madeira serrada (em metros cúbicos) teve um decréscimo de 43% (entre os anos de 2008 a 2013), no entanto de 2013 a 2015 percebe-se um salto de 51% nesses números (este fato pode estar associado a capacidade de processamento da madeira no mercado nacional). Ao passo que, a exportação de madeira em toras (em metros cúbicos) oscilou em alta entre 2008 a 2015 com um acréscimo total de 1.146%.

O cultivo de madeiras nobres é considerado um investimento promissor, pois conforme exposto acima há demanda por este tipo de produto, tanto mercado nacional quanto no mercado internacional. A rentabilidade do investimento em ativos florestais demonstrou-se, ao longo dos anos, relativamente dissociada dos investimentos tradicionais. Essa característica, aliada à sua baixa volatilidade, qualificam os ativos florestais como uma excelente forma de diversificação do portfólio de investimentos e, por ser um investimento a longo prazo, uma alternativa aos fundos de previdência privada. Além disso, por ser um ativo real, possibilita retornos reais mais estáveis, já que o risco de perdas inflacionárias é mitigado.

Essa mitigação do risco inflacionário associada a baixa correlação com outros tipos de investimento torna o investimento florestal uma opção com boas perspectivas de segurança e rentabilidade. Além disso, outra característica positiva desse ativo é a possibilidade de ajustar o momento da extração ao valor da madeira no mercado. Mediante um custo de manutenção pequeno o crescimento biológico da árvore continua agregando valor a floresta, o que permite a espera pelo melhor momento de extração e comercialização do ativo.

O grande volume de investimentos feitos por parte de investidores institucionais, fundos de pensão, seguradoras e fundos soberanos mostra a solidez e o bom desempenho desses ativos. O melhor exemplo disso são as TIMOs (Timberland Investment Management Organizations), que surgiram no final da década de 80 com o objetivo de diversificar seus portfólios através do investimento em florestas.

Segundo o Grupo Merril Lynch (2007), dados da AMEC apontam que esses grupos aumentaram seus investimentos de U$ 1 bilhão em 1990 para U$ 30 bilhões em 2006. Já dados da DANA Limited (2012), apontam que estes investimentos atingiram U$ 60 bilhões em 2012. Somente no Brasil, esse tipo de investimento chegou a R$ 6 bilhões em 2013, segundo dados do BNDES.

São essas as razões pelas quais os investimentos florestais são tão interessantes. Alinhar rentabilidade com sustentabilidade em um ativo de baixa correlação com outros investimentos e alinhado à inflação é o que nos faz questionar: por que NÃO investir em florestas?

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